DECOM/PMLS
Acompanhar o crescimento de cada aluno e oferecer um ensino de qualidade também passa pela merenda escolar. Quando o assunto é comida boa e preparada com carinho, a rede municipal de ensino de Lagoa Seca ganha destaque.
De fevereiro a maio deste ano, período correspondente aos 80 dias letivos do primeiro quadrimestre, foram servidas mais de 370 mil refeições nas escolas e creches, um trabalho que contempla desde a primeira infância até os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

E se os dados parecem alimentar um verdadeiro “batalhão da aprendizagem”, os quase 4 mil alunos matriculados na Secretaria de Educação sabem que podem encontrar nessas refeições o sustento para estudar melhor.
Os cardápios dão água na boca e são organizados conforme cada modalidade de ensino, seguindo as orientações do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), com uma média diária de 4.600 refeições todos os dias.
De acordo com a coordenadora do setor, Irilene Barbosa, as merendas são preparadas conforme a faixa etária e a rotina dos estudantes.
Nas creches são servidas várias refeições ao longo do dia. Já no Ensino Fundamental e na EJA, os pratos são adaptados diante das necessidades de cada público.
Tem fartura para quem é do ensino integral
Lagoa Seca também conta com escolas em modalidade integral e atividades complementares no contraturno escolar. Por isso, nas unidades desse tipo, os estudantes chegam a receber até quatro refeições ao longo do dia.
“Esses alunos merendam pela manhã, almoçam e recebem outra alimentação no período da tarde. Em alguns casos, a escola também oferece um café ou lanche antes mesmo do início das atividades”, explicou Irilene.


A alimentação escolar da rede municipal inclui produtos fornecidos pela agricultura familiar. Atualmente, 48 agricultores estão cadastrados e participam do programa, sob a missão de fornecer semanalmente itens como hortifruti, ovos e frango.
“Os agricultores fornecem verduras, legumes e outros alimentos que vão sendo incluídos nas preparações da merenda escolar”, destacou a coordenadora.


